Nova Zelândia - O paraíso isolado

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A Nova Zelândia é um dos países mais desenvolvidos e industrializados do mundo, e suas cidades também estão entre as mais habitáveis do planeta. Este pequeno país alia qualidade de vida e cultura a uma natureza exuberante composta fiordes, montanhas, paisagens remotas e paradisíacas.

A boa fama desse paraíso da Oceania, composto de diversas ilhas, não é à toa. Ele se posiciona sempre no topo das comparações internacionais sobre desenvolvimento humano, educação pública, baixa corrupção, democracia, proteção das liberdades civis e dos direitos políticos. Além disso, devido ao seu relativo isolamento no sudoeste do Oceano Pacífico, o país desenvolveu um ecossistema único que proporciona aos seus habitantes paisagens de tirar o fôlego e o contato com uma fauna mais que peculiar.

Com pouco mais de 4,5 milhões de habitantes, o país cenário dos filmes da franquia "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit" também é um dos queridinhos de quem não só procura belezas naturais exuberantes para turismo, como também dos intercambistas devido ao seu alto posicionamento no ranking dos países que mais investem em educação e por todas as suas universidades se encontrarem nas listas de melhores do mundo, além de que por manter uma postura pacífica, encontra-se fora da lista de ataques terroristas ou conflitos políticos e religiosos.

Queenstown

Apesar de ser uma cidade pequena, com pouco mais de 20 mil habitantes, a cidade é conhecida como “a capital mundial dos esportes radicais”. Badalada e bastante procurada para a prática de esportes de inverno por estar rodeada por montanhas, onde se localizam muitas estações de ski, Queenstown também atrai viajantes de todo o mundo para a prática de esportes náuticos, por ser banhada pelo lago Wakatipu.

Na época de alta temporada, a população da cidade chega a triplicar com viajantes do mundo inteiro.

Wellington

Sofisticada e compacta. Segundo a Lonely Planet, Wellington é "a menor e mais interessante capital do mundo".

Famosa por sua cultura, arte e beleza natural, a capital neozelandesa oferece atrações para os mais diversos públicos, desde passeios de compras e viagens gastronômicas, a programas em família e contato com o melhor da vida selvagem do país.

Muitas vezes chamada de "Wellywood", a cidade é o centro da indústria cinematográfica da Nova Zelândia. Wellington é um prato cheio para o viajante cinéfilo por ser a casa de produções do cinema mundial. Lá você pode passear pelas locações onde foram gravados filmes como "As Crônicas de Nárnia", "King Kong" e "Avatar".

Auckland

Mesmo que Wellington seja a capital, Auckland é o principal centro financeiro e econômico da Nova Zelândia. A cidade é tida como a mais cosmopolita do país por ao mesmo tempo abrigar a maior população polinésia de qualquer cidade do mundo, uma grande população de descendência europeia e o povo nativo, os maoris.

Para os visitantes, Auckland oferece uma excelente mistura de atividades urbanas e contato direto com a natureza. É lá que fica localizada a torre que é um dos símbolos do país, a SkyTower, de 328 metros, sendo a maior do hemisfério sul e uma das maiores do mundo. Dividida em 5 níveis, a torre fica no complexo SkyCity, que oferece para o turista desde hotéis, restaurantes, cassinos e até um cinema. Além da possibilidade de no topo da torre ter uma vista de 360 graus da cidade em um observatório e a prática do SkyJump, um salto de 192 metros de bungee jumping para os amantes de esportes radicais.

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Conheça outros destinos

India - Rishikesh, a Capital da Yoga - Clube Turismo Online India - Rishikesh, a Capital da Yoga

DICA DO VIAJANTE: “Rishikesh, também conhecida como capital mundial do Yoga, é uma cidade localizada no estado de Uttarakhand no norte da Índia, aos pés dos Himalaias. Banhada pelo rio Ganges, é um destino sagrado para os Indianos. Pessoas do mundo inteiro visitam o local em busca de espiritualidade. Lá se encontram muitos Gurus em seus Ashrams, sendo o mais famoso o Parmath Niketan, onde todos os dias ao pôr-do-sol é possível participar de um aarti, uma cerimônia em homenagem ao rio sagrado. Se banhar no Ganges também é uma experiência imperdível, principalmente porque em Rishikesh ele ainda é limpo. Em Rishikesh é proibido o consumo de qualquer tipo de carne, mas os visitantes não reclama já que a grande maioria deles é compostas por vegetarianos e mesmo aqueles que não o são aprovam a culinária do local, composta por ensopados, pães e arroz, tudo muito bem temperado com masala (mistura de temperos). Chegar no paraíso no entanto não é fácil, eu peguei um voo de 12 horas de São Paulo a Amsterdan, de lá outro voo de 8 horas até Delhi. Em Delhi outro voo de 1 hora até a cidade de Dehradun e de lá mais um taxi (em torno de 30 minutos) até Rishikesh. Outra possibilidade é fazer escala em Dubai ou em algum país da África. A Índia é um país cheio de mistérios, de uma cultura riquíssima, simplesmente incrível. Todos os guias existentes e relatos não conseguem te preparar para o que vai encontrar ao sair do aeroporto, é preciso ver e sentir por si mesmos. Tudo na Índia é muito, muito trânsito, muito barulho, muita poluição, muitas cores, muitos cheiros, e claro, muita gente. A melhor descrição que já li, "a Índia é um caos organizado", se comprova a todo momento em um trânsito onde a buzina é lei, onde tuc tucs, motos, carros, camelos, elefantes, vacas e pessoas se locomovem em todas as direções. Partir nessa viagem, sozinha, foi a experiência mais incrível da minha vida, mas não recomendo para qualquer um, costumo dizer que a Índia é para os fortes.” Ananda Rivelli, Minas Gerais.

Chile - País de extremos - Clube Turismo Online Chile - País de extremos

Isolado do resto da América do Sul e do mundo, na altura do oeste dos Andes, o Chile possui o Oceano pacífico ao leste, o seco Deserto do Atacama ao norte e as águas impenetráveis da Patagônia ao sul. De seus extremos a sua capital cosmopolita, Santiago, em seu coração, as cidades do país irão de unir em 2018 para comemorar os 200 anos de independência do país. Neste extenso território de amplos horizontes, se deixe invadir pela sensação de estar vivo. Você pode se conectar com a natureza ou explorar terras primitivas. E, ao mesmo tempo, o povo chileno e toda sua cultura vão surpreender você com sua amabilidade e hospitalidade. Com o passar dos anos, o Chile tem se consolidado como um dos mais atraentes e valorizados destinos do nosso continente. Patagônia Uma área que se divide entre dois países, Chile e Argentina, a Patagônia é em grande parte desabitada, mas vários pontos em ambos os países possuem boa estrutura hoteleira e turística. A parte chilena da Patagônia compreende a região de Los Lagos, o sítio arqueológico de Monte Verde, as ilhas a sul das regiões de Aisén e Magallanes, incluindo o lado ocidental da Terra do Fogo e do Cabo Horn. Durante o verão, os dias são mais longos e o frio menos intenso, o que torna a melhor época para viajar para a extensa região. É de lá, inclusive, que partem as excursões para a Antártida e onde é possível apreciar as mais diferentes espécies de animais marinhos. Deserto de Atacama Destino para o ano inteiro, o Deserto do Atacama é o mais alto e mais seco do mundo, mas pode e merece ser visitado em qualquer época do ano. Para quem escolhe ir no inverno, será recompensado pelas paisagens de neve, já para quem decide ir no verão, a boa notícia é que os passeios, em sua maioria, acontecem nos períodos do dia de temperatura mais amena nesse oásis em plena sintonia com a natureza. No coração do deserto encontramos o pequeno vilarejo de San Pedro de Atacama, que recebe milhares de turistas todos os anos por sua paisagem singular, mas ainda assim preserva ruas de terra e arquitetura rústica. Sem aeroporto na cidade, os voos descem em Calama, que fica a pouco menos de 100 km. Santiago Porta de entrada para o país, Santiago do Chile tem atrações de tirar o fôlego, gastronomia e cultura ricas. Com sua arquitetura diversificada a começar pela Igreja de São Francisco, passando pelos modernos prédios espelhados que dividem cenário com os demais cheios de história para contar em uma cidade cosmopolita, Santiago é uma das capitais mais queridas da América do Sul. Se a época do ano escolhida para a viagem for o inverno, vale a pena conferir as estações de esqui que ficam perto da cidade, aproveitando o máximo da estadia. Ou, também ao redor da cidade, mas em outras épocas do ano, vale a pena partir de Santiago para conhecer as famosas vinícolas que ficam aos arredores e degustar os melhores vinhos da região.

O espetáculo do Pantanal Mato-Grossense - Clube Turismo Online O espetáculo do Pantanal Mato-Grossense

Situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, passando pelo norte do Paraguai e leste da Bolívia, o Pantanal Mato-Grossense é ideal para o ecoturismo e para qualquer amante da natureza. O bioma reúne centenas de espécies de plantas e animais silvestres, muitos destes em perigo de extinção. São mais de 180 rios em toda a sua extensão e uma variação de entre a paisagem amazônica, o cerrado e o chaco boliviano, que sofrem influência direta de sua localização geográfica e das chuvas. O pantanal, de mais de 200 mil quilômetros quadrados, foi considerado como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera, pela UNESCO, em 2001. Essa imensa variedade de vida é um dos mais belos espetáculos da natureza do nosso país e do mundo. Dentro do pantanal, está localizado o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).   Ao sudoeste do Mato Grosso, só é possível conhecer o Parque Nacional por completo com prévia autorização, em passeios de lanchas ou com os barcos-hotel. Por toda a região do pantanal, divida entre três países e dois estados brasileiros, o turista encontra atrações como passeios a cavalo, de barco, pesca, trilhas e safari fotográfico. Por causa da alternância entre períodos secos e úmidos, a paisagem pantaneira nunca é a mesma. A melhor época de visitação é no mês de outubro, quando por estar no período da seca, se torna mais fácil a observação da incrível flora e uma das maiores concentrações de fauna selvagem do planeta.   Fonte: mt.gov.br / ecoviagem.uol.com.br  

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