Maranhão - Grande, diverso e deslumbrante!

Destino Maranhão - Grande, diverso e deslumbrante! - Clube Turismo Online

Com uma área de 331.983 Km², ou seja, 3,9% do território brasileiro, o Maranhão é o oitavo maior Estado em extensão territorial do Brasil, e o segundo maior Estado do Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia.

As divisas territoriais que configuram o estado do Maranhão são de extrema abundância e diversidade natural, caracterizada, sobretudo pelo encontro de dois importantes ecossistemas: o Ecossistema Amazônico, que se manifesta do noroeste até o sertão do estado, e do Ecossistema Cerrado, distribuído em duas partes, do leste para o centro.

É também uma terra de cultura e história imponentes, herança cultural dos movimentos colonizadores europeus – francês, holandês e português. Entre fortificações, conflitos de colonos e religiosos missionários, entre as influências da Companhia do Comércio do Maranhão e do Grão Pará, e da influência das economias da cana-de-açúcar e do algodão. (Fonte: Governo do Maranhão)

Gastronomia - A culinária maranhense surgiu de uma mistura de influências de europeus, índios, africanos e outros povos, uma surpreendente união de sabores que resultou em um delicioso e vasto repertório de receitas. É até difícil dizer qual dos pratos maranhenses melhor satisfaz esse exigente sentido chamado paladar. Confira alguns destaques de dar água na boca: Arroz de cuxá - Tem como tem como principal ingrediente uma folha azedinha chamada vinagreira, além de camarão seco e gergelim. Vai muito bem com frutos do mar. Caldeirada e torta de camarão, de sururu e caranguejo, Peixada à base da nobre pescada, anchova na brasa; O camarão grelhado preparado em Atins.

 

Principais destinos:

 

São Luis / Alcântara - A capital São Luís recebeu da UNESCO, em 1997, o título de Patrimônio Histórico-Cultural da Humanidade, por sua importância enquanto cidade colonial com seus casarões revestidos de azulejos portugueses pintados à mão. Alcântara, sede da aristocracia maranhense, foi a primeira cidade do estado tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Hoje, suas ruínas guardam a memória desse tempo glorioso e dividem atenções com o ícone tecnológico do estado: o Centro de Lançamento de Alcântara, o segundo centro de lançamentos de foguetes do Brasil. Pacata e tranquila, a cidade é cercada por uma natureza exuberante e é, sem dúvida, a mais imponente cidade histórica da Amazônia Legal.

Lençóis Maranhenses - Onde mais você poderia encontrar um deserto repleto de lagoas com 155 mil hectares de paisagem deslumbrantes, cheio de dunas com até 40 metros de altura e lagoas de água doce e cristalina? Os Lençóis Maranhenses ficam no litoral oriental do Maranhão e compreende os municípios de Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro e Barreirinhas, este último sendo o principal portão de entrada para esta fantástica beleza natural. São

O Parque é considerado uma formação geológica rara no planeta, apresentando um ecossistema único e riquíssimo. As dunas chegam do litoral adentrando em até 25 Km da costa e as inúmeras e límpidas lagoas se formam com as chuvas do período chuvoso que vai de dezembro até abril.

A melhor época para se visitar os Lençóis é de maio até o início de outubro, sendo o ápice nos meses de junho e julho, quando as lagoas estão cheias e indicadas para mergulhos. Mas isso não quer dizer que o Parque não ofereça atrações durante os outros seis meses do ano. O convívio com a cultura e comunidades locais, entretenimento e aventura nas dunas do Parque é o que não faltam.

Delta das Américas - Localizado a nordeste do Estado, na divisa com o Piauí, o Delta envolve a região sob influência do Delta do Rio Parnaíba, que tem setenta por cento da sua área no Maranhão. Tutóia, Paulino Neves e Araioses são os principais municípios. Deste último partem excursões turísticas para o Delta. Em Tutóia as atrações imperdíveis são as praias do Arpoador e Namorados, as Lagoas da Taboa, Jacaré, da Areia e Lagoinha. Em Araioses os destaques são as praias do Farol, do Caju, dos Guarás e dos Poldros, as ilhas do Caju, dos Poldros, do Carrapato, Carnaubeiras e Canárias, a igreja de Nossa Senhora da Conceição, do século XIX.

Delta do Rio Parnaíba - Este é o 3º maior delta oceânico do mundo. Raro fenômeno da natureza que ocorre apenas no rio Nilo, na África, e Mekong, no Vietnã. Sua configuração se assemelha a uma mão aberta, onde os dedos representam os principais afluentes do Parnaíba, que se ramificam formando um grandioso santuário ecológico. Rios, flora, fauna, dunas de areias alvas, banhos em lagoas e de mar são alguns atrativos que o lugar oferece. Inesquecível!!

Chapada das Mesas - O Parque Nacional da Chapada das Mesas protege 160.046 hectares de Cerrado nos municípios de Carolina, Riachão, Estreito e Imperatriz, no centro-sul do Maranhão.

FONTE - http://www.turismo.ma.gov.br/roteiro-chapada-das-mesas/

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Conheça outros destinos

Rio Grande do Norte - Estado do Sol do Brasil - Clube Turismo Online Rio Grande do Norte - Estado do Sol do Brasil

O Rio Grande do Norte é um estado deslumbrante, riquíssimo de história e belezas naturais. Natal, a capital potiguar, concentra vários atrativos turísticos, históricos e naturais, entre eles a Fortaleza dos Reis Magos (1598), construída em forma de estrela entre o rio Potengi e o mar. A capital potiguar é um destino turístico cheio de opções e surpresas. Lagoas, dunas, praias urbanas com agito noturno, comidas típicas nordestinas e artesanato para todos os gostos. O principal point é a Ponta Negra.   DICA DO VIAJANTE “Estive em Natal em novembro de 2016, um lugar abençoado pela natureza, uma cidade agradável, de clima tropical e ar incrivelmente puro, emoldurados por dunas, falésias e piscinas naturais, mar de cores azuis tanto partindo para o litoral norte ou para o sul. No meio da cidade está preservado o Parque das Dunas segunda maior área de preservação urbana no país. Tem passeios para todos os gostos seja de bugs, ônibus, carroças, quadriciclos, dromedários, táxis ou a pé, os passeios são as atividades mais atrativas para quem visita Natal. City Tour, Pipa, Barra do Cunhaú, Maracajaú com Mergulho, Litoral Norte com buggy, Baiá Formosa, Galinhos (é um pouco longe para chegar, mas é maravilhoso, vale muito a pena conhecer), Punaú (é uma ótima opção para quem tem crianças, ambiente agradável), Perobas, Genipabu, João Pessoa (um passeio que começa cedinho para conhecer João Pessoa, passando pelo pontos turísticos e finaliza o dia apreciando o belíssimo por do sol na Praia do Jacaré com Jurandy do Sax tocando Bolero de Ravel) e outros. Para compras tem Mercado de Artesanato de Ponta Negra, Shopping Mãos de Arte e outros. Ponta Negra onde está parte dos restaurantes vale a pena experimentar as delícias típicas da culinária local, as estrelas são a carne-de-sol, macaxeira, o feijão verde, arroz de leite, peixes e os deliciosos camarões. Guardar espaço para as sobremesas, que traz doce de caju, cocadas, castanhas e o famoso bolo de rolo. Restaurante Farofa D'água, Camarões, Camarões Potiguar, Tábua de Carne e outros. Um destino maravilhoso que eu voltaria com certeza.” Bianca Castellani (Americana, São Paulo)   Principais destinos.   Parnamirim - Parnamirim, também na região metropolitana de Natal, é a terceira maior cidade potiguar e reúne atrativos importantes como a Base Aérea Militar, a Barreira do Inferno (Centro de Lançamento de Foguetes e de Cultura Espacial) e o maior cajueiro do mundo, registrado no Guinness Book. As praias de Pium, Cotovelo e Pirangi, com falésias e passeios de barco, além de mergulho nos parrachos, estão entre as mais populares. A cidade entrou para história pela sua importante participação na II Guerra Mundial, quando ficou conhecida como “Trampolim da Vitória”. Morro do Careca - Principal cartão-postal de Natal, o Morro do Careca é uma duna no extremo da praia de Ponta Negra onde antigamente as pessoas praticavam, entre outras coisas, o esquibunda. Atualmente está proibido subir na duna, mas é interessante observá-la de longe, tanto de dia quanto à noite – quando recebe iluminação especial. O acesso deixou de existir, mas o lugar continua sendo o mais conhecido na cidade. Baía Formosa - Baía Formosa é a cidade-praia localizada no Litoral Sul do RN que conta com a maior reserva de mata atlântica sobre dunas do Estado. A Mata Estrela é abrigo de centenas de espécies e pode ser descoberta através de trilhas com o acompanhamento de um guia especializado. Descortina-se nesse ambiente natural, uma atração especial: a Lagoa da Araraquara, cujas águas escuras lhe deram o apelido de Lagoa da Coca-Cola. Segundo a crença local, estas águas rejuvenescem e curam. Baía Formosa é composta ainda pelas praias de Sagi, do Farol, Perobas e Barreirinhas, predestinadas ao banho ou à contemplação, onde a natureza esculpiu formas exuberantes com paisagens selvagens e místicas. Rodeada por falésias e dunas, de onde se desfruta um belo visual, é uma excelente escolha para quem quer gozar de tranqüilidade e paisagem natural. Baía Formosa ainda divide com Pipa e Barra de Tabatinga a preferência dos surfistas vindos dos mais diversos cantos do Brasil e do mundo. Praia de Pipa - Badalada e deslumbrante, a Praia de Pipa atrai viajantes de todo o mundo que desejam aventura. Com uma vida noturna agitada, diversos eventos durante todo o ano, e uma beleza natural de cair o queixo, Pipa é um destino para todas as idades. Seja um para fazer um passeio de barco na companhia de golfinhos, para surfar nas agitadas ondas da Praia do Amor, ou para se deliciar nos diversos restaurantes que oferecem opções que vão da culinária local até o melhor da gastronomia mundial, esta praia possui atrativos para viajante nenhum botar defeito. São Miguel do Gostoso - Uma curiosa placa na entrada da cidade, onde se lê “aqui se faz gostoso” dá boas-vindas aos visitantes nesta pitoresca cidade-praia. São Miguel do Gostoso ganhou fama a partir do final dos anos 90 e é hoje um dos principais destinos dos amantes de wind e kitesurf que visitam o Estado. Gostoso está exatamente na “esquina do continente”, onde se diz que “o vento faz a curva” e por isso as praias, com pouca formação de onda e ventos fortes durante praticamente todo o ano, tornaram-se o paraíso dos amantes dos esportes náuticos. Suas praias: enseada Ponta do Santo Cristo, praia da Xepa e Maceió, são praticamente inabitadas o ano inteiro, fazendo de São Miguel do Gostoso o destino ideal também para quem procura tranquilidade e contato com a natureza. Um belo conjunto de falésias, conhecido como Tourinhos, também encanta os visitantes. São Miguel possui ainda uma rica tradição em cultura popular: bumba-meu-boi, pastoril e o artesanato são destaques da cidade. A culinária é outra atração: além dos frutos do mar, em Gostoso come-se o famoso arroz de polvo, que faz juz ao nome da cidade e é um dos pratos mais pedidos na Região. Jenipabu - Aliadas aos bugues, as dunas são um dos principais atrativos que fazem de Genipabu um verdadeiro parque de diversões no meio do nada. Os passeios podem ser "com ou sem emoção", o que significa mais velocidade e manobras radicais pelas dunas móveis e fixas, vez por outra abençoadas com lagoas de águas doce. Do topo do monte de areia é possível apreciar a Lagoa de Genipabu. O percurso termina na praia de Genipabu, tranquila e protegida por uma coluna de recifes. Mas aproveite para fazer uma parada no Bar 21, certamente um dos mais fotografados do mundo pela perfeição do cenário: ele fica aos pés da duna, ao lado de um coqueiro retorcido pelo vento. Parrachos de Maracajaú e Perobas - A Praia de Maracajaú fica 60 Km ao norte de Natal e é famosa pela barreira de corais localmente conhecido como os parrachos, distante 7 Km da costa. Durante a maré baixa os parrachos se transformam em uma imensa piscina natural de água cristalina, com profundidade variando entre 1.0 e 3.0 m e com uma bela e rica fauna e flora marinha, é considerado um dos 10 melhores locais do Brasil para prática de mergulho livre (snorkeling). Além dos Parrachos, Maracajaú têm belíssimas dunas e lagoas, onde se pode passear de Quadriciclo, Stand up na lagoa A 70 km de Natal, os Parrachos de Perobas são mais rasinhos que os de Maracajaú (e com menos vida marinha), mas contam com águas ainda mais transparentes. Chapada do Apodi - Uma formação geológica única que divide duas bacias hidrográficas (Jaguaribe e Apodi), e ainda guarda registros surpreendentes do homem pré-histórico. Esta chapada possui menor infra-estrutura turística, se comparada às chamadas dos Guimarães, Veadeiros ou Diamantina, mas, isto não significa que ela seja menos encantadora. Na área é possível visitar o Lajedo de Soledade, além de plantações fruticultura e as misteriosas pinturas rupestres. Maior Cajueiro do Mundo - O lar do maior do mundo é no Rio Grande do Norte. São 8500 metros quadrados ocupados pelo cajueiro de Pirangi. De acordo com estimativas, a planta produz cerca de 80 mil cajus por safra, o que dá mais de 2 toneladas e meias da fruta. Se fosse comparar com o tamanho e a produção de um cajueiro convencional, seria o equivalente à 70 árvores destas ocupando um mesmo espaço.

Moscou - A megacidade da Copa do Mundo 2018 - Clube Turismo Online Moscou - A megacidade da Copa do Mundo 2018

Largas avenidas, construções históricas, prédios modernos, um trânsito frenético e uma megacidade vibrante configuram Moscou, um dos 11 destinos que irão sediar a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Com 12 milhões de habitantes, a capital russa é a segunda cidade mais populosa da Europa e a sexta mais populosa do mundo. Oferece ao turista experiências incríveis ligadas ao seu passado histórico e com foco no futuro, rica em símbolos culturais declarados como Patrimônio Mundial da Humanidade. Em consequência do período da Guerra Fria, a cidade passou um bom tempo quase que fechada para o turismo, mas pouco a pouco vem conseguindo reverter esse quadro e se mostrando uma ótima opção de destino a ser incluída na lista de quem já é fã das metrópoles cosmopolitas espalhadas pelo mundo. Praça Vermelha Muitos que conhecem, já afirmam que todo roteiro turístico a ser feito na capital russa deve começar pela praça que é conhecida como o coração da cidade e um dos pontos mais emblemáticos do país. Palco de vários acontecimentos ao longo da história, a Praça Vermelha recebe esse nome por seu nome em russo, "Красная площадь" (Krasnaya ploshchad), levar a palavra "красная" (krasnaya), que pode significar tanto "vermelha" como "bonita". No grande espaço também estão localizados a Catedral de São Basílio, o Museu Histórico Nacional e o Shopping GUM, antigo Mercado Universal do Governo, local de distribuição de alimentos na época da URSS que hoje é um shopping que abriga algumas das grifes mais famosas do mundo. Catedral de São Basílio Construída entre 1555 e 1561, sob a ordem do czar Ivan, o Terrível, a Catedral pertence à Igreja Ortodoxa Russa e a sua beleza é tão exuberante que mais parece um castelo de conto de fadas. Reza a lenda que o czar Ivan ficou tão satisfeito com a exuberância do monumento que mandou cegar o arquiteto responsável para que ele nunca mais pudesse construir algo semelhante. A catedral, que também funciona como parte do Museu Histórico do Estado, não tem um único espaço, mas sim vários, afinal de contas ela é, na verdade, a junção de 10 capelas. Suas torres alegóricas simbolizam chamas de uma fogueira em direção ao céu. O monumento é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1990, juntamente com seus vizinhos: o Kremlin e a Praça Vermelha. Kremlin A palavra russa Kremlin significa "fortaleza" ou "forte". As primeiras cidades do país se formavam em torno de kremlins, que eram construções militares destinadas a proteger a terra contra os invasores estrangeiros. Hoje, com mais de 2km de comprimento, o monumento abriga séculos de histórias e é residência oficial do presidente da Rússia. Além de um um complexo com museus, galerias, e igrejas históricas para visitação. Teatro do Ballet Bolshoi Reconstruído e renovado diversas vezes, o teatro é um dos pontos emblemáticos e deslumbrantes de toda a Rússia, abrigando a academia de balé mais famosa do mundo. Além do balé, o Bolshoi é a segunda maior casa de ópera da Europa, tanto pelo tamanho como por sua excelente acústica. A arquitetura rica em detalhes, tanto externa quanto internamente, são de encher os olhos, mas o visitante que desejar apreciar mais esse símbolo europeu precisa ficar atento e se programar o quanto antes, pois os ingressos costumam esgotar muito rápido, uma vez que se trata do centro da cena artística russa.   Fontes: ilovetravel.com.br / wikipedia.com / imagensviagens.com

Pará - A porta de entrada para Amazônia - Clube Turismo Online Pará - A porta de entrada para Amazônia

Sendo o segundo maior estado do Brasil, o Pará é detentor de cerca de 50% dos atrativos naturais da região amazônica, além de ser dono de uma culinária exótica, riqueza arquitetônica e cultural de encantar qualquer um, e ainda abençoado pela natureza. Como porta de entrada para a Amazônia, o estado oferece grandes atrativos aos turistas. O estímulo à atividade turística se dá por obras que embelezam as cidades e os pólos turísticos paraenses, que contemplam diversas vertentes, em sua maioria valorizando suas raízes e pluralidade cultural. O processo de formação histórica do Pará é constituído de influências de inúmeras etnias e tradições que se revelam em seus conjuntos arquitetônicos, ricas manifestações culturais, religiosidade e gastronomia. Desde roteiros para quem curte aventura, trilhas, contato direto com a fauna e flora, até para quem busca tranquilidade em um litoral atlântico ou à margem de grandes rios. Belém A capital dispõe de uma infraestrutura turística pronta para o grande fluxo de visitantes que vem recebendo nos últimos anos. O Ver-o-Peso, a maior feira a céu aberto da América Latina, reúne centenas de barracas de frutas, peixes, ervas medicinais, temperos, doces, essências e artesanato. Perfeito para experimentar o que existir de mais exótico da cultura paraense. Logo ao lado do mercado Ver-o-Peso está a Estação das Docas, um polo turístico de 32 mil metros quadrados dividido em três armazéns de ferro que foram transformados em um grande centro turístico, oferecendo diversas opções de entretenimento, como restaurantes de luxo, exposições de arte e shows à orla da capital. O Theatro da Paz, o parque Mangal das Garças e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, ponto de partida da maior festa religiosa do país, o Círio de Nazaré, complementam os atrativos turísticos da cidade. Alter do chão Uma aldeia de pescadores aos arredores de Santarém, qual acesso se dá apenas por barco ou avião, Alter do Chão é caracterizado por inúmeras ilhas banhadas pelas águas do Rio Tapajós, sendo eleita como o Caribe Brasileiro pelo jornal britânico The Guardian. Além disso, o cenário paradisíaco também foi eleito como o detentor da praia de água doce mais bonita do mundo e o lugar ideal para aproveitar o verão amazônico, entre os meses de agosto a dezembro. Os turistas podem fazer caminhadas ecológicas e visitar áreas de preservação, também é possível fazer passeios de barcos e lanchas para os lagos e a Floresta Nacional do Tapajós. Xingu A paisagem natural da região se caracteriza pela floresta densa, com árvores de grande porte, fauna rica e diversificada. Uma região que atrai os amantes da pesca esportiva, onde já existe o Sítio Pesqueiro do Xingu. A questão indígena transformou o Xingu em uma marca internacional, sendo o terceiro maior parque indígena do mundo. Atualmente, vivem na área índios de 14 etnias diferentes pertencentes aos 4 grandes troncos linguísticos indígenas do nosso país, tornando a região um lugar perfeito para o etnoturismo no Brasil. Ilha do Marajó A apenas 3 horas da capital, de barco ou balsa pelas baías do Guajará e do Marajó, é o maior arquipélago fluvial e marítimo do mundo, sendo imperdível aos que querem conhecer o melhor do estado. O arquipélago do Marajó é dividido em 16 municípios, sendo Soure, Salvaterra e Ponta de Pedras os destinos consolidados para os segmentos turísticos cultural, rural e ecoturismo, além de sua natureza exuberante, belas praias e fazendas de búfalos. Símbolos da ilha, os búfalos são vistos facilmente em grandes manadas ou dispersos nas áreas urbanas. Os fãs dos esportes de aventura também se divertem na área com a prática de caminhadas na selva, rafting e ciclismo pelas praias. Fonte: setur.pa.gov.br / uol.com.br

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