India - Rishikesh, a Capital da Yoga

Destino India - Rishikesh, a Capital da Yoga - Clube Turismo Online

DICA DO VIAJANTE:
“Rishikesh, também conhecida como capital mundial do Yoga, é uma cidade localizada no estado de Uttarakhand no norte da Índia, aos pés dos Himalaias. Banhada pelo rio Ganges, é um destino sagrado para os Indianos. Pessoas do mundo inteiro visitam o local em busca de espiritualidade. Lá se encontram muitos Gurus em seus Ashrams, sendo o mais famoso o Parmath Niketan, onde todos os dias ao pôr-do-sol é possível participar de um aarti, uma cerimônia em homenagem ao rio sagrado. Se banhar no Ganges também é uma experiência imperdível, principalmente porque em Rishikesh ele ainda é limpo.

Em Rishikesh é proibido o consumo de qualquer tipo de carne, mas os visitantes não reclama já que a grande maioria deles é compostas por vegetarianos e mesmo aqueles que não o são aprovam a culinária do local, composta por ensopados, pães e arroz, tudo muito bem temperado com masala (mistura de temperos). Chegar no paraíso no entanto não é fácil, eu peguei um voo de 12 horas de São Paulo a Amsterdan, de lá outro voo de 8 horas até Delhi. Em Delhi outro voo de 1 hora até a cidade de Dehradun e de lá mais um taxi (em torno de 30 minutos) até Rishikesh. Outra possibilidade é fazer escala em Dubai ou em algum país da África.

A Índia é um país cheio de mistérios, de uma cultura riquíssima, simplesmente incrível. Todos os guias existentes e relatos não conseguem te preparar para o que vai encontrar ao sair do aeroporto, é preciso ver e sentir por si mesmos. Tudo na Índia é muito, muito trânsito, muito barulho, muita poluição, muitas cores, muitos cheiros, e claro, muita gente. A melhor descrição que já li, "a Índia é um caos organizado", se comprova a todo momento em um trânsito onde a buzina é lei, onde tuc tucs, motos, carros, camelos, elefantes, vacas e pessoas se locomovem em todas as direções. Partir nessa viagem, sozinha, foi a experiência mais incrível da minha vida, mas não recomendo para qualquer um, costumo dizer que a Índia é para os fortes.” Ananda Rivelli, Minas Gerais.

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Paraíba - O lar do Extremo Oriental - Clube Turismo Online Paraíba - O lar do Extremo Oriental

Ah, Paraíba, meu amor, eu estava da saída, mas, eu vou ficar! Essa frase, retirada de uma das musicas famosas que homenageiam o estado, representam bastante o sentimento do viajante que experimenta uma visita às belezas paraibanas pela 1ª vez. São tantas as belezas naturais espalhadas pelo estado que é inevitável a sensação de que estamos perdendo algo na saída. João Pessoa - A cidade nas Américas onde o sol nasce primeiro, possui um charme e uma simplicidade que é só sua. João Pessoa, que já foi eleita a 2ª capital mais verde do mundo, permanece como a capital mais verde do Brasil, possuindo diversas áreas de preservação de Mata Atlântica, sendo as mais conhecidas a Mata do Buraquinho, com 515 hectares, e o Parque Arruda Câmara, ou popularmente chamado de ‘Bica’, um misto de zoológico e reserva florestal, com exemplares da fauna e flora brasileiras, assim como animais de outros continentes. Fundada em 1585, João Pessoa é a 3ª capital de estado mais antiga do Brasil, e possui um grande acervo de edificações históricas no centro da cidade, onde está localizado o Parque Solón de Lucena, um dos seus principais cartões postais. Litorânea, suas praias urbanas diferem das outras capitais do Nordeste, já que é proibida a construção de edificações com mais de três andares (até 10m). Os destaques são as praias do Cabo Branco e do Bessa. Praia do Jacaré - O famoso espetáculo do pôr do sol na Praia do Jacaré, responsável por reunir centenas de turistas todos os dias em Cabedelo, cidade vizinha ao norte de João Pessoa. Um dos maiores charmes do seu pôr do sol é quando o músico Jurandy do Sax executa o Bolero de Ravel, composição do francês Maurice Ravel (1875-1937), de dentro do rio, enquanto o sol vai se escondendo atrás da mata ciliar. Às 17 horas, ele surge à bordo de uma canoa, com o cabelo amarrado em um rabo de cavalo e vestido de branco da cabeças aos pés. Parecendo entrar na dança, gaivotas cortam o céu, e o rio vai se tingindo de dourado. A cena resume um pouco a beleza da Paraíba. Tambaba – A 25 Km de João Pessoa, localizada à Barra de Garaú, no município do Conde, em Tambaba, foi instalada o primeiro campo de naturismo oficial do Nordeste, o segundo do Brasil. Com uma extensão de 1,7 metros de pura beleza selvagem, estando protegida graças as suas falésias altas e íngremes, ora cobertas por uma mata densa, ora desnudas, enaltecendo o colorido dos terrenos de cor avermelhada ou branca. O acesso a esta praia é facilitado pela Rodovia Estadual PB-008, integrada à rodovia Conde-Jacumã. Vale dos Dinossauros em Sousa - Distante 427 km de João Pessoa, nos arredores do município de Sousa, está localizado o Monumento Natural ‘Vale dos Dinossauros’que tem atraído pesquisadores e turistas brasileiros e do exterior pela variada quantidade de pegadas presentes em uma área de 40 hectares, dentro de uma Unidade de Conservação.Estudos já realizados por pesquisadores no local confirmam os registros de pelo menos quatro diferentes espécies. O Monumento do Vale mantém preservados os vestígios dos animais que habitavam a bacia sedimentar de Sousa, fato ocorrido há cerca de 165 milhões de anos.

Moscou - A megacidade da Copa do Mundo 2018 - Clube Turismo Online Moscou - A megacidade da Copa do Mundo 2018

Largas avenidas, construções históricas, prédios modernos, um trânsito frenético e uma megacidade vibrante configuram Moscou, um dos 11 destinos que irão sediar a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Com 12 milhões de habitantes, a capital russa é a segunda cidade mais populosa da Europa e a sexta mais populosa do mundo. Oferece ao turista experiências incríveis ligadas ao seu passado histórico e com foco no futuro, rica em símbolos culturais declarados como Patrimônio Mundial da Humanidade. Em consequência do período da Guerra Fria, a cidade passou um bom tempo quase que fechada para o turismo, mas pouco a pouco vem conseguindo reverter esse quadro e se mostrando uma ótima opção de destino a ser incluída na lista de quem já é fã das metrópoles cosmopolitas espalhadas pelo mundo. Praça Vermelha Muitos que conhecem, já afirmam que todo roteiro turístico a ser feito na capital russa deve começar pela praça que é conhecida como o coração da cidade e um dos pontos mais emblemáticos do país. Palco de vários acontecimentos ao longo da história, a Praça Vermelha recebe esse nome por seu nome em russo, "Красная площадь" (Krasnaya ploshchad), levar a palavra "красная" (krasnaya), que pode significar tanto "vermelha" como "bonita". No grande espaço também estão localizados a Catedral de São Basílio, o Museu Histórico Nacional e o Shopping GUM, antigo Mercado Universal do Governo, local de distribuição de alimentos na época da URSS que hoje é um shopping que abriga algumas das grifes mais famosas do mundo. Catedral de São Basílio Construída entre 1555 e 1561, sob a ordem do czar Ivan, o Terrível, a Catedral pertence à Igreja Ortodoxa Russa e a sua beleza é tão exuberante que mais parece um castelo de conto de fadas. Reza a lenda que o czar Ivan ficou tão satisfeito com a exuberância do monumento que mandou cegar o arquiteto responsável para que ele nunca mais pudesse construir algo semelhante. A catedral, que também funciona como parte do Museu Histórico do Estado, não tem um único espaço, mas sim vários, afinal de contas ela é, na verdade, a junção de 10 capelas. Suas torres alegóricas simbolizam chamas de uma fogueira em direção ao céu. O monumento é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1990, juntamente com seus vizinhos: o Kremlin e a Praça Vermelha. Kremlin A palavra russa Kremlin significa "fortaleza" ou "forte". As primeiras cidades do país se formavam em torno de kremlins, que eram construções militares destinadas a proteger a terra contra os invasores estrangeiros. Hoje, com mais de 2km de comprimento, o monumento abriga séculos de histórias e é residência oficial do presidente da Rússia. Além de um um complexo com museus, galerias, e igrejas históricas para visitação. Teatro do Ballet Bolshoi Reconstruído e renovado diversas vezes, o teatro é um dos pontos emblemáticos e deslumbrantes de toda a Rússia, abrigando a academia de balé mais famosa do mundo. Além do balé, o Bolshoi é a segunda maior casa de ópera da Europa, tanto pelo tamanho como por sua excelente acústica. A arquitetura rica em detalhes, tanto externa quanto internamente, são de encher os olhos, mas o visitante que desejar apreciar mais esse símbolo europeu precisa ficar atento e se programar o quanto antes, pois os ingressos costumam esgotar muito rápido, uma vez que se trata do centro da cena artística russa.   Fontes: ilovetravel.com.br / wikipedia.com / imagensviagens.com

O espetáculo do Pantanal Mato-Grossense - Clube Turismo Online O espetáculo do Pantanal Mato-Grossense

Situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, passando pelo norte do Paraguai e leste da Bolívia, o Pantanal Mato-Grossense é ideal para o ecoturismo e para qualquer amante da natureza. O bioma reúne centenas de espécies de plantas e animais silvestres, muitos destes em perigo de extinção. São mais de 180 rios em toda a sua extensão e uma variação de entre a paisagem amazônica, o cerrado e o chaco boliviano, que sofrem influência direta de sua localização geográfica e das chuvas. O pantanal, de mais de 200 mil quilômetros quadrados, foi considerado como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera, pela UNESCO, em 2001. Essa imensa variedade de vida é um dos mais belos espetáculos da natureza do nosso país e do mundo. Dentro do pantanal, está localizado o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).   Ao sudoeste do Mato Grosso, só é possível conhecer o Parque Nacional por completo com prévia autorização, em passeios de lanchas ou com os barcos-hotel. Por toda a região do pantanal, divida entre três países e dois estados brasileiros, o turista encontra atrações como passeios a cavalo, de barco, pesca, trilhas e safari fotográfico. Por causa da alternância entre períodos secos e úmidos, a paisagem pantaneira nunca é a mesma. A melhor época de visitação é no mês de outubro, quando por estar no período da seca, se torna mais fácil a observação da incrível flora e uma das maiores concentrações de fauna selvagem do planeta.   Fonte: mt.gov.br / ecoviagem.uol.com.br  

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